Dia da Coxinha: onde provar o petisco que ninguém recusa
Em boteco, padaria, restaurante e até para finalizar em casa, São Paulo tem coxinhas para todos Porção de coxinhas do Bar Original | foto: divulgação A coxinha talvez seja uma das melhores traduções da comida afetiva brasileira. Tem (ou melhor, deve ter) massa macia, recheio úmido, frango bem temperado, casquinha crocante e aquele formato inconfundível que já anuncia prazer antes mesmo da primeira mordida. É comida de festa, de padaria, de balcão, de boteco, de happy hour e, no meu caso, às vezes é até almoço. Funciona sozinha, mas fica ainda melhor quando chega à mesa ao lado de uma cerveja gelada, de um chopp bem tirado ou de uma caipirinha sem pressa. Como todo clássico popular, a coxinha também carrega suas pequenas discussões. Há quem comece pela pontinha, quem prefira atacar pela base (que, para mim, é o lado certo), quem defenda o uso de Catupiry, quem goste de requeijão e quem ache que a melhor versão é sempre aquela que acabou de sair da fritura. No fim, pouco importa o méto...
