Kio Bakehouse: pequena no tamanho, grande na técnica
Croissant, o carro chefe da Kio Bakehouse | foto: Rubens Kato A panificação em São Paulo vive uma transformação clara de pouco mais de uma década para cá. O próprio conceito de padaria mudou, já que, se antes o modelo dominante era o das casas enormes, com vitrine infinita, buffet, rotisseria e aquela "cara" de parada de estrada ou mini shopping, hoje começa a ganhar força o movimento oposto. Negócios menores, autorais, com produção enxuta e foco absoluto em técnica. Menos volume e mais precisão, as "novas" padarias tem escolhido um território e se aprofundado nele, em vez de tentar abraçar tudo ao mesmo tempo (opção bem mais acertada, na minha humilde opinião). Nos últimos anos, muita da "nova" panificação paulistana ficou ancorada no sourdough e outros pães de fermentação natural, casca rústica e fornadas limitadas. Virou quase um selo automático de padaria autoral, o que por óbvio não significa sinônimo de qualidade, mas foi um movimento muito imp...
