Pular para o conteúdo principal

Postagens

                                                                        

Destaques

Entre a terceira estrela e a identidade, chefs mexicanos discutem o peso do reconhecimento

CANCÚN, MÉXICO - A cozinha tradicional mexicana já é reconhecida pela Unesco como patrimônio cultural imaterial da humanidade. Desde 2010, o órgão reconhece não apenas pratos ou ingredientes, mas um sistema cultural que envolve agricultura, técnicas culinárias, conhecimentos, rituais e formas de transmissão entre comunidades. Ainda assim, existe outro tipo de reconhecimento que ocupa espaço cada vez maior entre os chefs do País: a estrela Michelin — e, sobretudo, a possibilidade de conquistar a terceira. No México, nenhum restaurante chegou ainda a esse patamar. Em 2026, Pujol e Quintonil continuam como os únicos restaurantes mexicanos com duas estrelas, enquanto outros estabelecimentos receberam uma. Para alguns chefs, porém, a ausência de uma terceira estrela não significa falta de maturidade da gastronomia mexicana. Significa apenas que a corrida continua. Restaurante mexicano Pujol reinterpreta clássicos da cozinha mexicana É o caso de Jonatan Gómez Luna, chef do Le Chique, no H...

Últimas postagens

‘Comida é cultura’: SP Food Film Fest chega à 5ª edição com 42 filmes e degustações gratuitas

Abacaxi e uva verde no liquidificador: para que serve e por que beber

Ovo frito: saiba qual é a temperatura ideal do fogo

Comida de chef estrelado em aeroporto? Fui conhecer o Terminal BTG

Brigadeiro de colher de capim-santo? Aprenda essa versão criativa em 4 passos

Banana e pasta de amendoim no liquidificador: para que serve e por que beber

Dia do Sorvete: 11 opções servidas em taça, com sabor de nostalgia

Sorvete de matcha com geleia de bergamota

Como o Astor apostou no Gin Tônica antes de virar febre em São Paulo

Couve e gengibre no liquidificador: para que serve e por que beber