‘Nos transformamos em uma casa de clássicos’, diz chef do Gran Dabbang, de Buenos Aires
Pergunte a Mariano Ramón o que é o Gran Dabbang e a resposta vem em uma palavra só: diversidade. Não é resposta de marketing. É, praticamente, a tese de um restaurante que completou onze anos sem nunca se acomodar em um rótulo. Curries, pakoras, labnehs: o cardápio evoca Ásia e Oriente Médio, mas nasce inteiramente de produtores argentinos, numa mistura que Ramón prefere descrever com dois termos hoje fora de moda — “cozinha autoral” e “fusão”. “São expressões que às vezes geram certa resistência por terem sido mal utilizadas, mas acredito que definem bem o restaurante, porque trabalhamos em um ambiente de liberdade e diversidade que é permitido por um território multicultural como a Argentina”, explica ao Paladar . Essa recusa em se adaptar a categorias é, segundo o próprio chef, a explicação para a longevidade pouco comum do restaurante na cena gastronômica de Buenos Aires . Mariano Ramón na cozinha do Gran Dabbang, restaurante preferidos dos chefs argentinos “Acredito que uma das ...
