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Bad Bunny, cozinha e vinho: quando a América Latina fala por si

Problema seu não gostar de “Dákiti” ou de “Me Porto Bonito”, mas Bad Bunny colocou a música latina definitivamente no centro da cultura pop. Se fosse na cozinha, estaria mais ou menos para um Gastón Acurio ou um Virgilio Martínez. Cantando sobretudo em espanhol, ele provou que não é preciso recorrer ao inglês para alcançar o topo das paradas mundiais. Ao misturar reggaeton com trap, rock, pop e ritmos caribenhos, abriu espaço para uma expressão latina mais autoral e menos estereotipada. Nas letras, acrescentou um posicionamento político claro, tratando de anticolonialismo, desigualdade social e violências de gênero. Ao afirmar a identidade porto-riquenha e denunciar relações de dependência e apagamento cultural, Bad Bunny leva temas historicamente marginalizados a uma audiência global. Nesse sentido, embora ambos os cozinheiros peruanos citados aí acima sejam cruciais para a história da gastronomia, Virgilio — muito mais punk rock do que “salsero” — estaria mais para “coelhinho mau”...

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