Qual a diferença entre croquete e bolinho? Especialista revela
O bolinho é um daqueles clássicos que nunca sai de moda. Sua combinação perfeita entre crocância por fora e maciez por dentro faz dele um dos petiscos mais presentes nas mesas de boteco.
E, por lembrar muito a boa e velha croqueta, a confusão entre os dois costuma ser comum. Mas, afinal, qual é a verdadeira diferença entre essas duas delícias?
A croqueta
Para a chef Tati Bertone, do Huevos de Oro, a diferença entre os dois é o seu papel cultural. Na tradição da Espanha, a croqueta tem como ponto de partida uma base cremosa. O bechamel, por exemplo, é um clássico amplamente utilizado. Veja a matéria completa.
Para completar, a receita recebe recheios diversos, que podem variar entre presunto cru, carnes, cogumelos, entre outras possibilidades.
A especialista explica que a croqueta nasceu na França e deriva da tradicional croquette, presença frequente nos jantares da aristocracia. Na Espanha, porém, se transformou em comida popular, típica de bares, encontros familiares e do dia a dia.
O bolinho
Agora, o bolinho, segundo Bertone, é uma preparação mais abrangente. Moldado em formatos geralmente redondos ou ovais, ele reúne um ingrediente principal e outro que atua como elemento de ligação da receita.
Além disso, o bolinho permite diversas variações, podendo ter massa ou não, ser empanado ou não, mas a fritura está sempre presente. Ele pode partir de massa, legumes, carnes, peixes, arroz, feijão ou outras combinações.
“No Brasil, o bolinho é festa, rua, barulho: coxinha, pastel, bolinho de bacalhau, bolinho de feijoada”, diz a chef Tati Bertone.
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